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Da Quaresma à Páscoa Do deserto ao perfume da vida

  • 26 de abr. de 2021
  • 2 min de leitura

Atualizado: 9 de ago. de 2025

A Cruz

Encontro da morte com a Vida. A cruz pertence à vida, à vida de cada um.  A cruz, sinal de sofrimento, de dor, de ressurreição… de Vida.  A cruz encontro do Filho com o Pai. A cruz com mais ou menos luz é o encontro da vida no Amor. A cruz sempre com a ternura do Pai, Filho e Espírito. A luz sinal de encontro do Filho com o Pai. A cruz da vida, maior ou menor, feita de trapos ou de ouro, é sempre o projeto e a vida de cada um, no encontro da vida com a morte mas sempre com o Pai.

Diácono Zé Manel Tavares

Como vivemos o nosso caminho para a Páscoa

Durante a quaresma o nosso pároco ajudou-nos a refletir sobre os evangelhos, a viver com Jesus aqueles dias que preparavam os discípulos para o tempo “maior” da sua Paixão e Morte

Vigília Pascal

ALEGRIA da RESSURREIÇÃO

A igreja toda às escuras e entra o Círio-  símbolo de JESUS  -Alfa e Omega  A LUZ de CRISTO    e toda a igreja se ilumina  a LUZ de CRISTO    a LUZ do MUNDO  ! ! Aleluia Aleluia !  A nossa esperança sempre vem do SENHOR RESSUSCITADO Amor que tudo transforma  AMOR só AMOR  Aleluia ! Amor ,só Amor  Meditemos !

Celeste Rocha 

Abraçando o espírito de uma Páscoa introspectiva

      Esta Páscoa, logicamente, teve de ser diferente.

    Pela segunda vez consecutiva, vimo-nos privados dos rituais que caracterizam esta época e que nos ajudam a perceber o sentido de renovação, que a Páscoa nos traz. Rituais como as solenidades litúrgicas com grande número de fiéis, as visitas do Compasso, as reuniões familiares, todos eles lembrando que a ressurreição de Cristo nos traz de volta a rejubilação de um segundo Natal. Assim, tivemos de resumir as nossas celebrações a pouco mais do que as atividades online da Paróquia e as transmissões televisivas. Mas, desta forma, ainda pudemos seguir, uma vez mais, a Via Sacra e a Benção Papal Urbi et Orbi, a partir do Vaticano.

   Por outro lado, talvez a privação das vivências mais efusivas desta época nos tenha levado a vivê-la de uma forma mais profunda, tendo-se traduzido numa Páscoa, consequentemente, mais espiritual. Estarmos em casa permitiu uma outra reflexão, um outro tempo para rezar, uma aproximação diferente à família, abraçando o espírito de uma Páscoa introspectiva, que nos consciencializou para o valor de determinados aspetos que, em anos anteriores, dávamos por adquiridos.

      A verdade é que, apesar de fisicamente mais sozinhos, cada um na sua própria casa, conseguimos que a vivência desta Páscoa tenha ficado, sobretudo, marcada pelo mais importante: a forte união do espírito pascal e o seu simbolismo de recomeço.

Francisca e Maria Gomes

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