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Domingo de Páscoa | 5 abr

  • 8 de mai.
  • 1 min de leitura

Hoje não amanheceu mais cedo, hoje é o dia que o Senhor fez. Celebramos o eterno hoje de Deus e como pelo Seu imenso amor fomos introduzidos por Cristo, Princípio e Fim, primeiro e último, nesta eternidade que nos alcança e nos reanima, esvaziando-nos do nosso “eu idealizado” para nos fazer entrar pela porta do desprendimento e da obediência no silêncio eterno de Deus, no Seu eterno hoje. A nossa alegria de pensarmos em tudo isto é que em tudo isto escutarmos o mandato do Senhor, pelas mulheres aos discípulos, na manhã de Páscoa, ainda de noite. Nunca será totalmente compreensível, mas nunca poderá ser adiada a missão de consolar, de voltar aos homens e mulheres da Galileia. Esta é a hora da Igreja, do

Espírito que atua pelo meio da Igreja, para que o dia nunca finde e tudo esteja sempre nesse começar nas galileias do mundo. Ainda agora começou a Páscoa, a deste ano, mas a de todos os anos. Em Jesus estamos sempre a experimentar a Sua presença ressuscitada, que nos desperta dessa morte de viver na ilusão de uma vida perfeita, sem dor ou incómodos, para a missão de consolar quem vivendo de dia apenas consegue ver a noite.

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